
Com esta nova lei de não se poder fumar em recintos digamos... lúdicos como cafés, restaurantes, discotecas, entre outros, urge a necessidade de serem criadas novas formas e maneiras de se degustar uma boa cigarrada nas melhores condições. Escusado será dizer que ainda esta lei estava a ser rabiscada em guardanapo de papel num qualquer café lisboeta, já a nossa Sede dispunha de todas as condições para que se possa usufruir dos ditos cigarros no espaço da mesma. Mesmo sem ser um vício para nós, e não descurando a sua nocividade, o cigarro não deixa de ser um complemento importante à conversa. Um prazer.
É sempre chato um gerente que paga os seus impostos, que está na sua casa, e tem mais de três quartos dos clientes que fumam, ter que investir um rol de dinheiro para que o quarto da clientela restante se sinta bem. Parece que o próximo passo será o fumo dos carros. Quem quiser dar uma volta de automóvel que vá "matar o vício" para debaixo de água, estradas só para bicicletas. A saúde em primeiro lugar. Além disso o ar já terá agentes nocivos que chegue, trazidos pelo pessoal que vem fumar à porta dos cafés.
Acima temos um acessório criado em tempos idos. Pode ser que este volte à baila, pois por vezes com intervalos tão pequenos para vir fumar um cigarro e quiçá levar ainda com chuva nas trombas, fumam-se logo dois no mesmo espaço temporal.

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