domingo, 30 de dezembro de 2007
Japonesices nipónicas...
Há quem passe os tempos livres a ler, outros a fazer maquetes de navios, os que pintam, as que bordam. Indivíduos fazem castelos de cartas, ou jogam ao solitário com as mesmas. Outros preferem dominós, quanto mais não seja para os colocarem em fila indiana para depois os fazerem cair. Já se aproxima o tema do tópico. O senhor Rube Goldberg em tempos criou uma série de dispositivos com o objectivo de exercerem determinada função de carácter muito simples. Para tal existiria uma sucessão bastante complexa e sequencial de "reacções em cadeia". Tudo isto é um tanto abstracto. Compreende-se. Fica pois mais um vídeozinho para uma melhor visualização.
Atenção, a música que acompanha este último é extremamente viciante.
"Pitágorá swítchí!!!..."
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
Reunión navideña...
Vésperas de Natal e novo ajuntamento. Novos tempos levam a que estes encontros sejam elaborados de novas formas, sem que no entanto nos desliguemos do "essencial".
É preciso dizer que o facto de nos serem entregues pizzas à porta da Sede é de se louvar, claro está que em questõe de confiança faz-se por merecê-la.
Novamente uma sessão cinematográfica, com espectadores reconfortados e envolvidos nos poufs, aliás, dos melhores investimentos desta Associação. Fica no entanto lavrado em acta que os dois membros que se deixaram embalar pelo sono até ao Sol na manhã seguinte chegar ao zénite, não cumpriram com as tarfeas de arrumação do espaço. Isto claro levará a sanções severas para com os mesmos.
Pão pão... fromage fromage.
domingo, 23 de dezembro de 2007
Afinal, isto do Pai Natal é uma grande treta...

Isto de ter que explicar aos mais novos (e alguns mais velhos...) que a história do Pai Natal não passa de mais uma criação de merchandising americana, é deveras uma situação bastante complexa. Ficam pois aqui alguns factos, os quais com certeza tirarão qualquer dúvida a qualquer que seja a criança (sim porque hoje em dia elas andam bem informadas...).
1-Nenhuma espécie denominada de rena pode voar. Ainda assim, existem 300000 espécies de organismos vivos ainda não classificados e, se bem que a maioria destes sejam insectos e germes, não é possível descartar por completo a possível existência entre eles da rena voadora que só o Pai Natal conhece. Sem querer dar falsas esperanças pensamos que é algo difícil.
2-Existem uns 2000 milhões de crianças (considerando-se apenas as pessoas com menos de 18 anos de idade) no mundo. Sabendo-se que o Pai Natal não se deve ocupar com as crianças muçulmanas, hindus, judaicas e budistas, o número reduz-se para 15% do total (umas 378 milhões segundo as estatísticas mundiais de população). Segundo estas estatísticas, pode-se calcular uma média de 3,5 crianças por lar, estamos pois a falar de uns 91,8 milhões de lares (supondo que em cada um deles haja pelo menos uma criança que se tenha portado bem)
3-O Pai Natal dispõe de 31 horas para realizar o seu trabalho graças aos diferentes fusos horários e à rotação da Terra (partindo do principio mais lógico do homem viajar de este para oeste). Isto leva a 822,6 visitas por segundo. Por outras palavras, em cada lar cristão com uma criança bem comportada, o Pai Natal tem 1 milésima de segundo para estacionar, sair do trenó, descer pela chaminé, distribuir as prendas por baixo do pinheirinho, comer algo que lhe tenham deixado, subir novamente pela chaminé, entrar no trenó e prosseguir até à próxima casa. Supondo-se que cada uma destas casas está distribuída uniformemente sobre a superfície terrestre (embora isto seja falso ajuda nos cálculos…) há 1,2km entre cada casa. Contas feitas, temos um total de 110 milhões de kilómetros, sem contar com as paragens que cada um de nós faria pelo menos uma vez em 31 horas! Deduz-se daí que o trenó do Pai Natal move-se a uns 1000Kms/segundo. 3000 vezes a velocidade do som. A título comparativo, o veículo fabricado pelo homem que alcança a maior velocidade, a sonda espacial “Ulisses”, move-se a uns míseros 43Km/segundo. Uma rena convencional consegue correr a uma velocidade de ponta de uns 24Km/hora.
4-A carga do trenó é de facto outro elemento interessante para o estudo. Partindo do princípio que cada criança receba uma prenda de tamanho médio (0,9 Kg), o trenó transporta umas 321 300 toneladas, sem contar com o Pai Natal, que é sempre descrito como alguém bastante “cheio”. Na Terra, uma rena convencional não consegue transportar mais do que 150 Kg. Mesmo que a rena voadora dez vezes essa carga, não bastariam oito ou nove quadrúpedes, mas sim umas 212 200 renas. Isto dá como carga total (sem contar com o peso do próprio trenó) umas 353 430 toneladas. Esta massa deslocando-se a 1000 Km/segundo cria uma resistência aerodinâmica enorme, a qual provoca um aquecimento das renas semelhante ao que sofre uma nave espacial aquando a sua reentrada na atmosfera terrestre. A parelha de mamíferos que vai à frente absorverá 1 trilião de joules de energia por segundo. Cada um. Em poucas palavras, incendiar-se-iam quase instantaneamente, ficando pois exposta a parelha de renas posterior. Também se originariam umas ondas sonoras ensurdecedoras neste processo. O conjunto de renas se vaporizaria em 4,26 milésimas de segundo. O Pai Natal iria sofrer uma força centrífuga 17500,06 vezes superiores às da gravidade. Caso o Pai Natal pese 120 Kg (isto mesmo assim a puxar pró magro…) seria empurrado contra a parte posterior do trenó com uma força de mais de 2 milhões de Kg.
Portanto, e a jeito conclusivo, se o Pai Natal alguma vez distribuiu as prendas às crianças no Natal, actualmente está morto.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Impregnados de espírito natalício...
A verdade é que durante estes dias, devia haver porrada velha e discussões das grossas por todo o lado. A sério. Cada um ficava na sua casa, e se fosse caso de visitar alguém então que servisse para cobrar uma qualquer dívida ou para simplesmente insultar a pessoa cara-a-cara.
O dia de Natal serviria pois para cada um ser um bocadinho mais narcisista, e, a comprar algo que seja para si próprio. Com ou sem crédito. Ir às lojas e cafés sem sequer dizer boa tarde ou obrigado à funcionária... e nada de "boas festas" idem. Seria um dia, ou melhor, uns dias no ano bem diferentes dos outros. Concordo comigo.
Teríamos pois o resto do ano para sermos mais sociáveis e amistosos (e mais adjectivos que se adequem...). Mas o que acontece agora não é bem isso. Fica a ideia.
Vaaaamos ao circo...
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Ilusão auditiva...

Mais uma ilusão não óptica, mas sim auditiva bastante interessante. Depois de clicar aqui é só carregar no play. Irá ser produzido um som... até aí nada de novo. O mesmo segue em crescendo, porém ao premir o botão replay o mesmo som continua a "agudizar"...
turú, turú, turú, turú...
Personagens execráveis... I

Até se podia tratar de uma qualquer galeria, ou melhor, catálogo de personagens dos quais se dispensa bem a presença. Por um ou outro motivo, tornam-se figurinhas incómodas, roçando o mal-estar, quer visual, quer auditivo como no caso presente.
Temos a abrir o cançonetista André Sardet.
Um indivíduo que já se insere no panorama musical luso desde 1996, e, até há bem pouco tempo de forma discreta. Nada a recriminar. Porém, decidiu fazer o que já grandes bandas e artistas fizeram... lançar um álbum acústico. Vai daí até passar o primeiro single nas rádios foi um instante.
Foram (e continuam a ser) longos os meses a ouvir o "Feitiço" deste cantor bem melancólico e com ar "xungoso"... um verdadeiro James Blunt português.
"Foi Feitiço" e "Quando te Falei em Amor" são palavras que hoje em dia associadas e com música no fundo, causam verdadeiros turbilhões estomacais. A sério.
sábado, 15 de dezembro de 2007
momentos momentâneos... I
É certo que o frio que se faz sentir ultimamente tem-se entranhado de forma bastante convincente nos nossos lombos, e demais partes do corpo. Faz parte. É pois para aquecer um bocado o ambiente, se bem que virtualmente (isto de rimar assim de improviso...) que disponibilizamos esta imagem.
De tonalidades quentes, e uma vez mais com a Sede a servir de pano de fundo, foram mais uns enchidos a corar em álcool... com uma Valle Pradinhos a acompanhar.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Há os meninos do Coro de Santo Amaro... e estes...
A União Soviética não era só o país com uma bandeira semelhante à chinesa. Como em tudo o que nos rodeia neste fantástico cenário denominado de natureza, vulgarmente descrito como meio ambiente, há coisas boas e menos boas. A União Soviética também funcionava assim (a acreditar quem experimentou esses tempos). Porém, se há uma coisa estrondosa que os russos têm desse período, para além claro da criação do Tetris em 1985, é o coro do Exército Vermelho... senão vejamos.
Venha daí um bife com kartoskas fritas...
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Uma ida ao médico tem destas coisas.... II

A um senhor que tinha sido operado ao pénis, estava a enfermeira a retirar os pontos, tendo que segurar no dito cujo. Passado um pouco o senhor diz:
- Oh senhora enfermeira! Escusa de segurar mais que ele agora ja não cai para baixo!
(Hospital de Santa Maria)
Outra menos divertida passou-se entre dois colegas médicos, em que um pediu ao outro que era ginecologista que lhe consultasse a respectiva mulher, uma vez que esta tinha uma infecção vaginal. Na consulta o médico viu que se tratava de um pedaço de preservativo que não tinha saído e que estava a provocar a infecção.
Passado um pouco os dois médicos encontram-se e o ginecologista diz ao colega:
- Não te preocupes mais com a infecção da tua mulher. Tratava-se apenas de um bocado de preservativo que ficou lá dentro, mas já está tudo O.K.!
- O quê?! Eu e a minha mulher não usamos preservativos desde que casamos...
(... a mulher meteu um processo disciplinar contra o ginecologista por quebra de sigilo médico)
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
As correntes virtuais....

Após mais um acesso à caixa de correio virtual, eis que se deparam diante de nossos olhos mais uns e-mails fantásticos das amigas do costume. "é favor ler"... "não deixem de passar"... "reenviem se têm coração"... e por aí fora. Titulos sugestivos a tentar tirar partido do lado mais sentimental e humanista de cada um de nós. Tretas. A verdade é que estas "correntes virtuais" cansam a todos que nelas interferem. Quem as faz pois deve ser mesmo alguém que não tem mais nada que fazer ou ainda não conhece o YouTube, quem as lê pois perde tempo de vida que podia ser gasto a fazer outra coisa, e finalmente quem as reenvia já que está com o trabalho de seleccionar na vasta lista de contactos os que ainda não se manifestaram contra a participação nestes "cordões humanos" do mundo cibernético.
Ele é o sangue que esgotou nos hospitais, a criança que precisa de ser operada e vai buscar o dinheiro à AOL, as velinhas virtuais para acender, as petições para deixar o nome e um asterisco à frente, outras já mais elaboradas para nos associarmos a causas que não interessam nem aos seus promotores... chega.
Claro que juntamente com estas tristezas que entopem diáriamente centenas de caixas de correio, temos os powerpoints sentimentais. De um "portuguêis" genuíno, são frases deixadas ao sabor de um clic, ou para os mais entusiasmados, é deixar a apresentação "rolar". Fotos de bébés, flores, paisagens trabalhadas a photoshop, excertos de Bíblia... Há de tudo. Uma vez mais não existe limite para o tempo mal gasto em fazer algo que irá irritar mais gente do que era supostamente plausível na cabeça do criador. Conselhos de vida e afins sempre com música instrumental de fundo. Bah.
Sim isto foi um desabafo, e mais do que isso é um pedido para que não enviem para as nossas mailboxes esse tipo de propaganda sentimental. Agradecidos.
Após leitura deste post, repassem o link para 10 pessoas senão terão de encontrar algo de interessante para fazer nos próximos minutos...
domingo, 9 de dezembro de 2007
Uma ida ao médico tem destas coisas.... I

"Soutora, eu sou homossexual, mas não era por isso que a vim consultar. Sabe! É que há uns quinze dias levei uma dentada no pénis e isto não está a cicatrizar ..."
(Urgência de São Francisco Xavier)
Um homem entra na urgência do Hospital Garcia da Orta com um pisa-papeis de forma oval dentro do ânus. Os médicos, após várias tentativas para retirar o objecto com a luva, não conseguiram e lá tiveram que ir à "faca" para remover o objecto. Após a intervenção cirúrgica lá veio a explicação do paciente:
"Eu estava em casa no duche, quando o telefone tocou e saí apressadamente para o atender. Ao atender o telefone sentei-me na secretária e não vi que estava lá o pisa-papeis."
... Os médicos: - Claro! Claro! Isso acontece ...
Um paciente que sofre de diabetes diz para o Doutor:
- Soutor! Já consegui resolver o problema dos diabetes...
- Ah sim? E como?
- De manhãzinha ainda em jejum, ponho uma colher de mel na boca e aí os diabetes vêm à babuje porque são muita gulosos, e quando menos esperam...pimba! Espeto-lhes com dois bagaços na boca que eles morrem todos!
(O médico não queria acreditar que o paciente estava a falar a sério).
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Jigsaw Falling Into Place...
Eis um clip do novo ábum dos Radiohead já por aqui abordado. O certo é que mais uma vez eles "partem a loiça" elaborando um vídeoclip digno de registo. uaaaaaaaaauuuu....
Just as you take my hand...
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Já se mataram os "chicos"...
Foi deveras um fim-de-semana dedicado ao suíno por excelência. Numa manhã de Sábado que tomou o seu início às cinco da matina (e após alguns percalços ligados à corrente eléctrica...) deu-se o início da jornada. Os primeiros do dia, denominados de "porcos pretos", acabaram por ser os que presentearam os demais com uma pega bastante rija e emocionante. Foram extensos os minutos para que os quadrúpedes pudessem tomar o seu lugar no banco de madeira. O destino estava traçado. O Sol começava pois a raiar porém o frio mantinha-se. Seguiram-se mais três porcos noutra paragem no entanto com menor dificuldade na sua "lide". De salientar que uma das estocadas fatais foi dada pelo Panon num gesto firme mas delicado, o qual proporcionou um final digno ao porco que se encontrava no lado oposto ao cabo da faca.
Os mesmos odores de sempre pairam no ar. Fumo, cimento molhado, porco. Finda a queimada nos animais é tempo de os lavar. Podem ser porcos de nome mas o asseio fica sempre bem a qualquer um. Abrir, retirar, pendurar, repousar. Novo dia novas rotinas. É tempo de desfazer e separar as partes dos suínos em questão. Resta pois o consolo de umas fêveras no ponto para já dar uma ideia prévia da qualidade da carne. Aprovada.
A tradição ainda é o que era...
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