quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Quantos tachos são?!.. Quantos são?!...


Temos aqui um recorte do da edição do dia 24 de Abril de 2004 do periódico "cor de rosado" 24 Horas. Aqui é transcrita uma resenha da vida e "obra" do Sr. Valentim Loureiro. O certo é que de pequenino se torce o pepino, quanto mais não seja o dos outros. É que isto de subir na vida até dá trabalho (a bastante gente pelos vistos...). Sacrifícios... bah. Evidentemente que a autenticidade dos artigos do 24 Horas pode ser equiparada à das notícias de fecho do telejornal da TVI. Mas foi o que se arranjou e sempre dá para decorar umas "fases" da vida do Sr. Valentim e debatê-las na mesa de um café. Com ou sem cheirinho.


Um aviãozinho militar atirou uma boma ao ar, a que terra foi parar...?

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Mais um anito...


É verdade foi a 28 de Novembro do ano 2000 que a nossa honrosa Associação germinou. Foram 7 anos não diria de grandes lutas mas sim de bons convívios. E saber que tudo começou com base no futebol. Enfim. Já lá vão esses primórdios "pseudo-desportivistas", restando e mantendo-se até hoje uma perspectiva mais... como dizer... humanista (foi o que saiu). Caros Membros ficam pois os parabéns merecidos a nós próprios, e aos demais que já (com)partilharam da nossa companhia.
Um brinde mais do que oportuno aos 7 anos de vida desta Associação desassociada de qualquer tipo de inércia reflexiva da mente humana (uaaau). Um bem haja a todos!!! ou como diria o outro... Qu'est-ce qu'il te but..., ou ainda o outro... aii aii a mulher do "bis" é que é boua...



bonum est nos hic esse

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Qué feito dele? mmm? II


O verdadeiro nome deste hominídio com forma alienígena é Gordon Shumway, este teria aterrado na nossa Terra, proveniente de um planeta denominado "Melmac", onde teria sido uma espécie de "guarda nocturno". O planeta extinguiu-se, como quem diz foi de vela, em 28 de outubro de 1986. Alf consegue escapar deste desastre perdendo-se neste vasto espaço à nossa volta a quem chamam de Universo. Por fim, a sua nave deu de caras com a garagem da família Tanner. E a partir daí o nosso amigo felpudo começou a viver escondido naquela casa, tal vítima de um qualquer programa de reality show, não tendo mais nada que fazer senão meter nojo a tudo e a todos. Louvado seja o bicho. A moda do Alf estava patente nestes anos 80, visível nos mais ínfimos pormenores como as sobrancelhas grossas nas mulheres ou ainda os bigodes felpudos e peitorais a condizer. Porém, o baixinho desapareceu. Parece que ainda apareceu num sonho a uma míuda na série Blossom. Mais nada. É pena pois o único ser extraterrestre minimamente credível deixou de aparecer, ficando muitas dúvidas no ar que por certo seriam esclarecidas num dos vários programas televisivos de qualidade que temos no nosso país (...) como por exemplo um "Você na TV" ou algo do género.
Agora a sério, vê lá se mandas notícias ó Gordon!!


Ah ah ah minha machadinha, quem te deu a mão sabendo que és minha?

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

A tradição ainda vai-se cumprindo...



Temos aqui mais uma perspectiva do acto da matança do porco. Filmado a preto e branco, até acaba por ganhar um certo cariz nostálgico, porém o maçarico utilizado para "queimar o pêlo" não deixa dúvidas sobre o passado muito recente deste trabalho. Aliás isto do maçarico até veio foi trazer um toque de modernité a esta tradição. Pequenos retoques que com o passar dos anos vão alterando de forma suave os hábitos e costumes adquiridos e praticados anos a fio.


Tio Manel tinha uma quinta, iaiaó, e nessa quinta tinha um porco, iaiaó...

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Matança du cochon...


Mais uma semana e irá novamente ser cumprida uma tradição enraizada na família, e ao que tudo leva a crer desde há várias gerações.
É o fim-de-semana para a romaria. Os temas de conversa e debate giram em torno da vítima de "porquicídio". Se tem ou não muita guerdura no lombo, se sangrou bem ou mal, mais ou menos do que os dos outros anos. São relatos nada exagerados de peripécias de outrora que se vão contando em volta do dito cujo. É o bagaço que vai aquecendo alguns "buchos" do frio da manhã. O cheiro do sangue já cozido a fumegar num prato bem côncavo junto do corpo que outrora o fazia circular. São risadas. São apertos de mão sinceros e palmadas nas costas porque a coisa correu bem. Cheiros. Dois dias em que os aromas entranham-se nas narinas por horas e custam de lá sair. Uma jornada em que o porco torna-se figura central, embora logo de início seja posto "de parte" de forma algo ensurdecedora. Lei da vida.

Se queres ver o teu corpo mata o teu porco...

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

terça-feira, 20 de novembro de 2007

sábado, 17 de novembro de 2007

Reunião à "l'ancienne"


Foi num conjugar de gerações que se deu mais uma Reunião, desta feita não na Sede propriamente dita mas sim no aconchego de uma cozinha que a fria noite não permitia loucuras. Embora não estivessem presentes todos os habitués, deu-se a visita e apresentação do novo espaço e respectivo "mobiliário".
Não faltaram os maduros tintos alentejanos para aconchegar as gargantas, assim como uns enchidos a tostar ao "som" do bagaço em chamas. Cheiros e sons conhecidos. Sabores também. A conversa, essa, tomou desde logo o seu lugar, aproximando (ainda mais) os demais. As risadas também.
O tempo esse vai passando, e é bom saber que algumas coisas não mudam... valem estes encontros "em cima do joelho" para fazer perdurar certas coisas.

Fica no entanto para a posteridade um dizer do António Aleixo, o qual entre outros vultos da cultura nacional foi dignamente lembrado nesta noite...

"Sei que pareço um ladrão...
mas há muitos que eu conheço
que, sem parecer o que são,
são aquilo que eu pareço."

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Que embróglio....


Foi encontrado no bolso de um cadáver, quando se preparava para autópsia, a seguinte carta:


Excelentíssimo Senhor Delegado do Ministério Publico:

Suicidei-me!!! Não culpe ninguém pela minha sorte. Deixe esta vida porque um dia a mais que vivesse acabaria por morrer louco. Eu explico-lhe Senhor Doutor: tive a vontade de me casar com uma viúva, a qual tinha uma filha, se soubesse isto jamais teria casado. Meu pai, para maior desgraça era viúvo e quis a fatalidade que ele se enamorasse e casasse com a filha da minha mulher. Resultou daí que a minha mulher se tornou sogra do meu pai. A minha enteada ficou a ser minha mãe, e o meu pai ao mesmo tempo meu genro. Após algum tempo, a minha filha pôs no mundo uma criança que veio a ser meu irmão, porem neto da minha mulher que fiquei a ser avô do meu irmão. Com o decorrer do tempo, a minha mulher pós também no mundo um menino que como irmão da minha mãe, era cunhado do meu pai e tio do meu filho, passando a minha mulher a ser nora da própria filha.
Eu, Senhor Delegado, fiquei a ser pai da minha mãe, tornando-me irmão dos meus filhos, a minha mulher ficou a ser minha avó, já que é mãe da minha mãe, assim acabei sendo avô de mim mesmo.

Portanto, antes que a coisa se complicasse mais resolvi acabar com tudo de uma vez.........

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Le bouquet


Não há casamento que se preze sem o lançamento do ramo da noiva. O momento oportuno para as supostas solteiras agruparem-se de forma a conseguir o dito artefacto. Escusado será dizer que a rivalidade é grande, e vá-se lá saber porquê, há quem diga que a "presenteada" será a próxima a ditar o casório. É bem. É tradição. Porém, e como foi o caso neste lá está, caso, a suposta (desculpem a repetição) pretendente não foi egoísta, e ao que parece ainda andava mesmo à procura de noivo. Seria pôr a carroça em frente dos bois? mmmm não parece. O certo é que não há publicidade que valha o seu desacerto, e com certeza esta senhora se encontra agora casada e com o dito bouquet (já seco...) numa jarrinha dos chineses lá por casa.

Mais vale um bouquet na mão do que as ditas cujas no chão...

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Ide mas é comer sopa....



Um clip amador deveras conhecido neste mundo de conexões virtuais chamado Internet. Mesmo assim faz sempre bem vê-lo e revê-lo. Quanto mais não seja para passar o tempo...

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Qué feito dele? mmm? I


Por onde anda presentemente o sorriso mais famoso da TV nos idos anos 70 e 80? Seu nome de baptismo parece que é Ted Lange, no entanto, e penso que até em casa, já toda a gente o tratava por Isaac. Sim, esse nome a aflorar o bíblico remete-nos para o bartender que distribuía charme, simpatia, e até mesmo alguns pêlos do bigode por todos os cantos do Barco dito do Amor.
Quantos jovens de hoje não terão sido concebidos nesse barco atendidos pelo Isaac quiçá, inoportunadamente? mmm?
É pena o homem não entender português, senão, ao ver esta foto, com certeza o mesmo trataria de indicar-nos o seu paradeiro...

Love boat, soon will be making another run...

Um pouco de poesia...


Hoje temos por cá também um pouco de literatura, mais concretamente na área da poesia. O afamado Bocage (Manuel Maria Barbosa Du prós da família...) já nos finais do século XVIII redigia umas coisas bem actuais. Coisas sentimentais, e outra digamos... mais "terra-a-terra". Uma parte da sua Obra é conhecida pelos "Poemas Eróticos", fica pois aqui um dos sonetos aí contidos:

XXIX Soneto da Dama Cagando

Cagando estava a dama mais formosa,
E nunca se viu cu de tanta alvura;
Porém o ver cagar a formosura
Mete nojo à vontade mais gulosa!

Ela a massa expulsou fedentinosa
Com algum custo, porque estava dura;
Uma carta d'amores de alimpadura
Serviu àquela parte malcheirosa:

Ora mandem à moça mais bonita
Um escrito d'amor que lisonjeiro
Afetos move, corações incita:

Para o ir ver servir de reposteiro
À porta, onde o fedor, e a trampa habita,
Do sombrio palácio do alcatreiro!

sábado, 10 de novembro de 2007

Não dá pra conter o riso com este aqui...



Com esta boa disposição, mais uns anitos e convidamos o moço pra uma reunião...

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Curiosidades da Idade Média II


Os copos de estanho eram usados para beber cerveja ou uísque. Essa combinação, por vezes, deixava o indivíduo "K.O."(numa espécie de narcolepsia induzida pela bebida alcoólica e pelo óxido de estanho).
Quem passasse pela rua pensava que o fulano estava morto, recolhia o corpo e preparava o enterro. (velhos tempos...). O "defunto" era então colocado sobre a mesa da cozinha (que linda ideia, não?!) por alguns dias (DIAS?!) e a família ficava em volta, em vigília, comendo, bebendo (esperando que a ASAE não aparecesse...) e aguardando para ver se o morto acordava ou não.
Daí surgiu a vigília do caixão ou velório, que em inglês se diz Wake, de "acordar".


A Inglaterra é um país pequeno, e nunca houve espaço suficiente para enterrar todos os mortos. Então, os caixões eram abertos, os ossos retirados e encaminhados ao ossário e, o túmulo era utilizado para outro
infeliz.(trata-se de Reciclagem!!). Por vezes, ao abrir os caixões, percebiam que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo. Assim, surgiu a ideia de, ao fechar os caixões, amarrar uma tira no pulso do defunto, tira essa que passava por um buraco no caixão e ficava presa a um sino. Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento do braço faria o sino tocar.
Assim, ele seria "saved by the bell", ou "salvo pelo gongo", como usamos hoje.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Indubitávelmente um grande álbum... sem dúvida...




Eis que finalmente saiu o novo ábum (sétimo para os mais distraídos) dos Radiohead. Vale pois aqui uma modesta opinião, a que considera esta banda portadora e criadora, isto sem dúvida, do melhor som que se pode ouvir. É pois uma dádiva para o nosso sentido da audição, escutar este grupo o qual nos vem regalando com álbuns de originais tão geniais como diversos.
Já em mãos se encontra o último trabalho "In Rainbows" que pode ser decarregado pela net, ou então será aguardar até início de Dezembro para adquirir a box, com 2 cd's e discos em vinil.
O álbum esse, segue na senda dos anteriores, podendo-se encontrar algumas referências sonoras de outros trabalhos da banda. O remake de algumas músicas (Nude, Reckoner ou Jigsaw) ficaram deveras brilhantes. Pena a guitarra do Jonny Greenwood de ouvir plenamente apenas numa música, porém meus caros, as restantes faixas falam por si...



This is what you get when you mess with us.....

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Até o "boguinhas" se ri...


É certo que cada carro é UM carro... com as suas milhas percorridas, seus pneus sem ar, suas avarias de maior ou menor gravidade... enfim, suas peripécias. Aqui o boguinhas GF veio em tempos suceder ao XL, que deixou saudades entre nós outros.
O "GF" já chegou inclusive a servir de "sede" nos tempos díficeis mas não menos áureos da Associação. Foram milhares os metros percorridos em alcatrão e paralelo sem que nunca nos tivesse deixado ficar mal.

O certo é que se o moço tivesse vida, por certo teria um ar mais ou menos assim, de quem gosta de uns bons goles Reserva 95 Sem Chumbo... Hoje já demontra sinais da rudeza da vida, já não bastava alguma "tosse" que de vez em quando teima em aparecer, já se denota a pele do rosto a escamar literalmente. Podiam ser borbulhas típicas da adolescência, mas não. A idade do GF não está pra essas coisas. Sinais do tempo...

E quando quero ver aquele amor meu...

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Úô Úô.... Úô Úô...



Já nos idos finais dos anos 90, as tardes televisivas eram preenchidas com programas digamos, do pior. Para muitos (a minha pessoa inclusive) a televisão privada aproveitou-se da escassez de canais e respectiva programação para pouco ou nada acrescentar ao panorama televisivo nacional. Enfim. Temos aqui um belo exemplo dado pela SIC, a qual nos vem presenteando há 15 anos com situações do estilo. A música está lá, assim como as influências brasileiras (a somar às inúmeras novelas que passam por dia...). O problema é que há coisas que não mudam. Infelizmente.


Só não vale dançar hómi com hómi... nem mulhé com mulhé...

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Tipologia do peido....


Político - peida e promete que vai cagar
Malvado - peida e põe a culpa nas criancinhas
Viciado - peida-se, sente o cheiro e fica tolo
Romântico - é o suspiro de um cu apaixonado
Judeu - peida de uma só vez para poupar
Patriota - levanta-se para peidar
Oportunista - aproveita o peido dos outros para soltar o seu
Sentimental - peida-se e suspira
Infantil - peida-se na água pra fazer bolhinhas
Tumultuador - peida-se no grupo e sai de fininho
Cínico - peida-se e ainda ri
Indignado - peida e não se conforma
Fingido - peida e fica sério
Cavalheiro - responsabiliza-se pelo peido da namorada
Cara de pau - peida-se, sente o cheiro, e ainda reclama
Precavido - peida aos poucos pra evitar cagar
Orgulhoso - peida-se e confessa que se peidou
Desastrado - vai peidar e caga-se
Artista - ensaia antes de se peidar
Ingénuo - peida sem saber
Convencido - peida-se e diz que o seu peido é o mais bonito
Mentiroso - peida-se e nega tudo
Curioso - peida e fica perguntando quem foi
Descarado - peida-se e põe a culpa nos outros
Intelectual - peida e diz que "expeliu gases"
Comodista - peida-se sem se mexer
Incendiário - acende um fósforo antes de se peidar
Corajoso - avisa que vai peidar
Liberal - peida-se na frente dos outros
Discreto - peida-se sem fazer barulho
Egoísta - peida-se debaixo dos cobertores para sentir o cheiro sozinho
Tímido - tem medo de peidar
Frustrado - peida e não se sente satisfeito
Insensível - caga nas calças e pensa que se peidou
Sensível - peida-se e tem a sensação que está cagando
Sádico - peida dentro do elevador
Medroso - peida-se com medo do barulho
Azarado - vai peidar baixinho e peida alto
Irresponsável - está com diarreia e arrisca um peido
Assassíno - enforca o peido
Polícia - prende o peido

domingo, 4 de novembro de 2007

Curiosidades da Idade Média I


Naquele tempo, a maioria das pessoas casavam-se no mês de Junho (início do verão), porque, como tomavam o primeiro banho do ano em Maio, em Junho, o cheiro ainda estava mais ou menos... Entretanto, como já começavam a exalar alguns "odores", as noivas tinham o costume de carregar bouquets de flores junto ao corpo, para disfarçar.
Daí temos em Maio o "mês das noivas" e a origem do bouquet.


Os telhados das casas não tinham forro e as madeiras que os sustentavam eram o melhor lugar para os animais se aquecerem - cães, gatos e outros animais de pequeno porte, como ratos e besouros.
Quando chovia, começavam as goteiras os animais pulavam para o chão. Assim, a nossa expressão "está a chover a cântaros" tem o seu equivalente em inglês em "it's raining cats and dogs". Para não sujar as camas, inventaram uma espécie de cobertura, que se transformou no dossel.

sábado, 3 de novembro de 2007

Quantos são...?!

Battle City

No seguimento do post do jogo dos patos, hoje temos uns tanques de guerra. Objectivo do jogo, simples e sem histórias: proteger a nossa "bandeira". Regras: dar cabo dos outros e evitar que os outros dêem cabo do nosso veículo bélico. É certo que não tem a velocidade nem o cheiro a pneu queimado de um "Need for Speed"... mas o desfazer muros e paredes está lá.

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Ah Ah... vou "acaçar-te"...


Finalmente, e após o sucesso tremendo do programa "Google Earth", já se pode utilizar hoje o mesmo em conjunto com as mais recentes tecnologias de escuta (ou será espionagem?...) dos aparelhos celulares portáteis, vulgo telemóveis.
O Big Brother anda aí... e sem a Teresa Guilherme a relatar (o que não deixa de ser bom...). Cuidado. Uma vez mais, é nos subúrbios da Internet que podemos "testar" a aplicação referida. Esta consiste pois na simples (...) tarefa de localizar o telemóvel pretendido onde quer que ele se encontre neste nosso planeta chamado mundo. Basta para tal inserir o número do respectivo aparelho (não esquecer o indicativo luso: +351)

Podem fazê-lo aqui mesmo...

E ao chegar ao fim do dia sei que dormiria muito mais feliz....

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Procura-se explicação...



Isto da mudança do tempo tem efeitos diversos nas pessoas. Por vezes os mesmos reflectem-se em danos colaterais, até mesmo em manifestações digamos, caricatas. Enfim. O meio envolvente da cena é a zona de Ofir, mais precisamente junto a um sinal de trânsito, o qual segundo se apurou, sempre esteve naquele sítio sem incomodar qualquer transeunte que fosse. Sempre soubemos que ser fangueiro é ser diferente... mas isto... Pelos vistos são três os episódios da saga, no entanto, e não por falta de espaço mas sim de vontade, optou-se por inserir aqui apenas um (e acreditem que foi mesmo ao calhas).


Quando a cabeça não em juízo...