domingo, 27 de abril de 2008

all aboard....



Imaginando que temos capacidades psíquicas e físicas ainda por desvendar, façamos pois de conta que daqui por uns anos já se viajará de spaceshuttle como quem navega num veleiro. Claro está, e como qualquer viagem que se preze, nada melhor que levar o vidro do veículo aberto com a cabeça de fora a levar com o vento de frente. Pequenos prazeres da vida. Daqui por uns anos é que se calhar levar-se-á com o vento (e alguma pressão atmosférica) mais na zona lombar, isto a crer nestas imagens.

Ground control to Major Tom....

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Personagens execráveis... IV


VOltemos pois ao mundo dos cansonetistas e dos pseudo animadores de palco. É certo que este exemplar nem tem aparecido muito nos meios de comunicação audiovisual, no entanto deve ser Sol de pouca dura. Rui Bandeira também segue as novas tecnologias da informação pois tem um site... Rui Bandeira é portador de uma cabeleira loira digna de contemplação, uma autêntica juba dourada a fazer lembrar suas origens africanas (quem diria...)...
No entanto, e possivelmente, "execrável" acaba por se tornar um adjectivo algo forte para este caso. Digamos que "evitável" seria mais apropriado. Não bastasse ele ter defendido as cores nacionais naquilo que já foi um grande evento musical a nível europeu, ele lá vai prosseguindo nas lides da música e afins. Os temas são variados indo dos desgostos amorosos aos desamores, passando pela problemática do amor e até mesmo pelos desencantos amorosos.
Vá lá que a indumentária pode ser associada ao Roberto Leal o que acaba por dar um toque folclórico aos temas abordados pelo Rui. Venha daí o Natal dos Hospitais ou das Prisões para o podermos rever na caixinha que maravilha o mundo...

quinta-feira, 17 de abril de 2008

vamos embora....



A sério. É certo que do outro lado do Atlântico nem sempre chegam bons ventos... já não bastam os que vêm de Espanha. Porém, a "caipirinha" acaba por ser uma brisa agradável... assim como algum cinema com português respeitando o novo Acordo Ortográfico, como quem diz "abrasileirado"...
Acrescenta-se pois mais um ítem à lista de coisas agradáveis e oriundas dos Estados Unidos do Brasil (para quem não sabe esta é a designação correcta do país): clips do youtube! Eis pois mais uma bela pérola com gostinho a essência de caipirinha... vulgo cachaça...

beber cair levantar...

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Jeux Olímpicos....


É certo que um logótipo que se preze tem de reflectir o meio ambiente no qual a marca/evento se insere. Temos o exemplo do coração aquando o Euro 2004... sim porque estamos "malgré tout" num país de brandos costumes e com muito amor e carinho.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Esta agora...


The Dirty Little Secret of Inkjet Printers - Click here for this week’s top video clips

É certo que andar de carro hoje em dia torna-se cada vez mais dispendioso. Inspecções, selos, multas inesperadas, e como se não bastasse, o fenómeno "carjacking" parece também estar na moda. Claro que não ficou esquecido o constante aumento do preço do combustível.
Porém, temos algo em nossos lares que "bebe" tanto ou mais que um automóvel (e quase mais que o proprietário do mesmo...): A impressora.
É verídico, e quem diz a verdade não merece castigo. Mal se coloca um novo tinteiro, parece que um terço do mesmo se esvái logo pela máquina... deve ser para olear os componentes digo eu.
Nos dias de hoje temos os cartuchos "recicláveis", mais baratos e mais amigos do ambiente (pelo menos assim o indica a denominação). Mesmo assim, a nossa HP inkjet turbo ou ainda a Epson TDI continuam a gastar muitos decilítros às 100 linhas...

Há horas desencantei este vídeo que acaba por se calhar desvendar parte do mistério. Ora vejamos...

quarta-feira, 9 de abril de 2008

momentos momentâneos... III


Reunião de Novembro último mesmo ao pé do fogão de lenha com as respectivas "botijas" a chambrear...

sábado, 5 de abril de 2008

The Bitcho...


A coisa está a desenvolver-se e a tomar proporções tais, que já começa a impressionar até os mais desprevenidos. O nosso menino tá a ficar um "hóme" é certo, porém o seu desenvolvimento decorre a olhos vistos.
Neste cliché pode-se pois ficar com uma ideia para o que aí vem já neste Verão se não for antes. O próprio lenço na cabeça por certo se irá adaptar melhor do que o actual chapéu ou boína da moda.

Isto é que vai ser bonito...

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Nostalgia momentânea....



Abre-se aqui uma série de genéricos digamos bastante saudosos. Estes "genéricos" embora se tratem apenas dos temas de abertura de situações que passavam na televisão nos idos anos 80/90, podem também se associar aos afamados "genéricos" farmacêuticos. Estes trechos fazem bem à alma e custam menos do que qualquer embalagem de Prozac.
Iniciemos pois com uma série de desenhos animados (no tempo em que a televisão também educava e participava como agente socializador). As Fábulas da Floresta Verde de seu nome retratam o dia-a-dia de uns quantos animais no seu habitat natural, neste caso uma floresta. Nada de bolas de fogo nem pontapés na boca. Tudo se resolvia com diálogo e bom senso e sem cenas de sexo implícito pelo meio...

É bom ver na floresta o Sol nascer...

terça-feira, 1 de abril de 2008

Mi dê o celular agora....!


Já deve faltar pouco para a moçoila escrevr um livro ou algo em suporte de papel de modo a ter algum retorno financeiro com o episódio do telemóvel da Escola Não Sei Quê Michaelis na Cidade Invicta. Já faltou mais. No entanto, e visto esta Internet estar sempre (ou quase) um passo à frente, habemus sitem! como quem diz, já temos site! Sim, já é possível descarregar "toques" para o tal intrumento visado e alvo da discórdia entre a docente de Francês e sua "aluna". O chamado ciclo vicioso.
Podem pois verificá-lo aqui.
Aguardamos ainda a presença da dita moçoila num programa qualquer de entretenimento da SIC a jeito de comentadora, ou ainda uma aparição no programa da manhã da TVI para que possa pedir um perdão digno e singelo à sua professora. E depois era ver a educadora a descer as escadas sob os aplausos e lágrimas da plateia, e para rematar o abraço da praxe, espetar-lhe aquele valente estalo que ficou por dar naquela sala.