sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Que embróglio....


Foi encontrado no bolso de um cadáver, quando se preparava para autópsia, a seguinte carta:


Excelentíssimo Senhor Delegado do Ministério Publico:

Suicidei-me!!! Não culpe ninguém pela minha sorte. Deixe esta vida porque um dia a mais que vivesse acabaria por morrer louco. Eu explico-lhe Senhor Doutor: tive a vontade de me casar com uma viúva, a qual tinha uma filha, se soubesse isto jamais teria casado. Meu pai, para maior desgraça era viúvo e quis a fatalidade que ele se enamorasse e casasse com a filha da minha mulher. Resultou daí que a minha mulher se tornou sogra do meu pai. A minha enteada ficou a ser minha mãe, e o meu pai ao mesmo tempo meu genro. Após algum tempo, a minha filha pôs no mundo uma criança que veio a ser meu irmão, porem neto da minha mulher que fiquei a ser avô do meu irmão. Com o decorrer do tempo, a minha mulher pós também no mundo um menino que como irmão da minha mãe, era cunhado do meu pai e tio do meu filho, passando a minha mulher a ser nora da própria filha.
Eu, Senhor Delegado, fiquei a ser pai da minha mãe, tornando-me irmão dos meus filhos, a minha mulher ficou a ser minha avó, já que é mãe da minha mãe, assim acabei sendo avô de mim mesmo.

Portanto, antes que a coisa se complicasse mais resolvi acabar com tudo de uma vez.........

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