
É certo que ultimamente, há uns dez anos pra cá, a palavra "aumento" tem-se destacado no vocabulário usado pelas demais pessoas que se cruzam diante de nossos olhos, quer ao vivo, quer nos demais meios de comunicação social. É um facto. Não havendo pois argumentos para contrariar, esse aumento aplica-se nas diversas áreas de negócios, desde a hotelaria até à mercearia, passando inclusive pela Igreja (note-se a letra maiúscula para se fazer devidamente a destrinça entre o termo que designa um edifício e um ramo de negócio).
Confirma-se pois um aumento no preço das missas. Provavelmente estará o mesmo relacionado com a inflacção do cereal, mexendo nos preços da farinha que compõe as hóstias... ou ainda com a inflacção galopante do gasóleo, já que esta serve de desculpa para se aumentar tudo.
Fique-se pois a saber que o preço de uma missa (segundo a nova tabela que entra hoje em vigor) custa 10 euros. Um funeral já custa 30 euros, e caso se queira casar ou ser católico, como quem diz baptizar-se, custa a módica quantia de 25 euros.
Não se sabe se passam factura pelos serviços prestados, mas também não custa nada perguntar...
Ide em paz...

Um comentário:
Vim cá gamar-vos uma imagem e aproveito para fazer um coment. O chulo do padre da minha paróquia, além de ter que se lhe pagar tudo isso, se alguém não tiver a côngrua em dia (anuidade correspondente a um dia de salário que deve ser paga em alturas da Páscoa em envelope fechado e devidamente identificado) quando for preciso qualquer serviço e quem n tiver isso em dia tem que pagar o rectroactivos, o que às vezes importa em anos e o que deixa muita gente aflita. Chulo!
fuck, n consegui comentar com a minha identificação, mas estou aqui:
http://estoufartodestamerda.blogspot.com
abço, ferrão
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